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Arquivo da categoria sistemas
04.02.07
Arquivado em ferramentas, sistemas às 13:32 por apdeites

Já aqui falámos do WAMP, uma ferramenta “quatro em um” (Windows+Apache+MySQL+PHP) que permite, entre outras coisas, montar, testar, rever localmente - no próprio computador - qualquer tipo de site e, nomeadamente, os escritos em linguagem PHP e que dependam de base-de-dados. Como é o caso do Wordpress, evidentemente.
O XAMPP serve também para o efeito, com as vantagens acessórias, em relação ao WAMP, de necessitar de menos recursos e de ter rotinas de instalação e ferramentas de manuseamento e gestão bastante mais simples. Existem versões do XAMPP não apenas para Windows, como para MAC OS X, Linux e Solaris. O download é curto e a instalação automática, com poucos ou nenhuns requisitos de configuração, havendo ainda uma série de módulos e acessórios opcionais (FTP Server, Perl, etc.).
Com este programa gratuito, pode inclusivamente criar o seu “Wordpress portátil” - por exemplo, numa simples “pen drive”. Com a versão XAMPP Lite para Windows, poderá levar consigo o seu site ou blog para todo o lado, e trabalhar nele quando e onde quiser.
Imagem logótipo de XAMPP: Apache Friends
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29.01.07
Arquivado em diversos, sistemas, segurança às 12:37 por apdeites
No dia 18 ou 19 deste mês de Janeiro, recebi uma chamada do proprietário da Empresa Webritmo, onde o domínio www.cedilha.com esteve alojado desde o ano 2004; essa chamada, como aconteceu ao longo de três anos, destinava-se a saber se eu pretenderia renovar o alojamento e a licença do domínio.
Respondi que não, não era para renovar, dada a fraquíssima qualidade dos serviços prestados por aquela Empresa, e que iria transferir o meu domínio para outro “host”.
No dia 20, paguei o alojamento e a licença do domínio à Empresa WebHS.pt, o novo “host” do cedilha.com, transferindo nesse mesmo dia para o novo servidor todos os conteúdos do domínio.
No dia seguinte, 21, solicitei ao “host” anterior que alterasse os “name servers” do mesmo domínio para os endereços que me foram indicados pelo novo “host”.
Um dia depois, a 22, recebi a confirmação da Webritmo de que a propagação do novo endereço físico estava em curso.
No dia 23, caducava (sem que eu soubesse disso, porque nunca me foi comunicado) a licença de utilização do nome de domínio.
A partir do dia 24, tudo parecia normal, à excepção de alguns visitantes do Apdeites me alertarem para o facto de não terem acesso aos conteúdos; além disso, a frequência e a quantidade de visitantes começou a diminuir gradualmente.
A 27, recebi um e-mail da WebHS com as seguintes informações:
Temos a informar que a transferência do domínio cedilha.com falhou devido ao facto de não ter sido aceite pelo administrador actual. Assim, e uma vez que entretanto foi ultrapassada a data de renovação do mesmo - 23 de janeiro de 2007, será necessário que seja renovado com a mesma empresa onde foi registado.
Mais informamos que 60 dias após essa renovação poderemos transferir o seu endereço para a WebHS.
Por fim, no dia 28, o domínio www.cedilha.com “desapareceu” de vez, e com ele não apenas o Apdeites como todos os outros sub-domínios, conteúdos, ficheiros e arquivos; tudo.
Porquê?
Como é possível que alguém tenha o poder de liquidar três anos de trabalho, apenas porque lhe apetece ou seja por que razão for?
Que diabo de país é este, que Empresa, que empresário pode ser tão canalha quanto isto?
(Este post foi transcrito do blog alternativo do Apdeites, em 01.02.07)
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18.01.07
Arquivado em ferramentas, media, sistemas às 15:07 por apdeites

O serviço Finetune é uma excelente maneira de cada qual ouvir apenas a música de que gosta.
Para construir a sua emissora de rádio particular, basta inscrever-se na Finetune, seleccionar as faixas que prefere, e depois copiar e colar o código fornecido no template do seu blog.
Adicionámos algumas funcionalidades à nossa Jukebox: contém não apenas uma selecção própria, com mais de 100 músicas de diversos géneros, como permite optar por algumas listas construídas por bloggers portugueses, sendo ainda possível escolher selecções temáticas, ou seja, por “estilos” musicais, criadas por diversos entusiastas e melómanos mais dedicados.
Esta Jukebox pode abrir em mini-janela, a partir da nossa página RTV, onde ficará definitivamente instalada.
Como utilizador da Finetune, pode criar quantas caixas diferentes quiser, com um mínimo de 45 faixas escolhidas, sendo que, em cada lista, não poderá seleccionar mais do que três músicas de cada autor/banda. Dispõe ainda, num site organizado e eficiente, de diversas ferramentas de busca, gestão e partilha dos seus gostos musicais.
Porque não experimentar? É totalmente grátis… e fácil.
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14.01.07
Arquivado em ferramentas, navegação, sistemas, segurança, dicas às 18:31 por JPG

Existem cada vez mais restrições aos direitos de navegação e de expressão na Internet, e qualquer delas pode e deve ser encarada como um ataque aos direitos individuais.
Por cada um desses ataques, novas ferramentas surgem no mercado com a finalidade de contornar qualquer espécie de restrição à liberdade individual.
Cada viajante virtual desta aldeia global em que se transformou a WWW tem, de uma forma responsável, o direito de visitar os endereços electrónicos que entender; este direito não pode nem deve sofrer restrições quanto ao local físico onde se encontre o utilizador nem quanto àqueles em que se situem os conteúdos que lhe interessam; estes conteúdos não podem nem devem sofrer qualquer espécie de restrição selectiva, salvo nos casos de infracção às leis, convenções e regulamentos em vigor.
Existem de facto ataques à liberdade individual, neste meio virtual, perpetradas por governos e entidades de certos países onde o próprio conceito lato de liberdade é sistematicamente posto em causa. E existem também ameaças a essa mesma liberdade, por parte de empresas e organizações (e mesmo de indivíduos), através do registo não autorizado das preferências ou dos gostos de cada qual, que sites visitam, o que lêem, o que vêem, e também aquilo que compram ou vendem, ou escrevem e comentam.
A sanha persecutória começa paulatinamente a imiscuir-se em meios, e mesmo em consciências, que ainda há bem pouco tempo defendiam a liberdade de expressão e o livre pensamento como valores imprescindíveis. Terá sido esse certamente o caso recente de, por exemplo, a Google aceitar barrar o acesso selectivo de todo um povo, quase dois mil milhões de pessoas, à pesquisa de conteúdos que o governo chinês listou como “inconvenientes”.
E surge agora um paralelo, mas desta vez com a agravante de se tratar de um país com alguma tradição democrática, e ainda para mais da área da lusofonia: as entidades oficiais brasileiras determinaram que fosse barrado o acesso a nível nacional ao YouTube. Essa medida foi posteriormente suspensa, mas o facto permanece, adquire relevância política e contém a génese de um perigosíssimo precedente: pode um governo determinar quem pode e quem não pode ver, ler ou ouvir algo que não foi judicialmente considerado como criminoso ou ilegal?
O caso resume-se em poucas palavras: uma actriz brasileira foi filmada em local público em poses e atitudes “mais íntimas”, por assim dizer, com outra pessoa; esse vídeo foi colocado na YouTube e imediatamente se transformou num caso de sucesso, em termos de visualizações; a tal pessoa que estava com a actriz apresentou queixa contra incertos, alegando devassa da sua vida privada, e requerendo que fosse impedida por qualquer meio a exibição daquele filme; as autoridades deram provimento à queixa, instando o maior operador de acesso à Internet no Brasil a restringir por meios técnicos os acessos ao endereço no qual o referido vídeo se encontra. Isto significa, em concreto, que toda a gente poderia ver a “prova do crime”, em qualquer parte do mundo, mas quem tivesse um endereço de IP do Brasil estaria impedido de o fazer.
De entre o coro de protestos que imediatamente se levantou, começaram também a aparecer algumas soluções para ultrapassar tão ligeira, para não dizer ridícula, dificuldade técnica: se o problema estava no endereço de IP ser do Brasil, então porque não navegar com um IP de outro país qualquer? Ou através de algo parecido com um “proxy” intermediário, como o Anonymouse? Ou ainda, porque não instalar um programa específico para empastelar a proveniência e, assim, navegar anonimamente? Bom, para isso (e para muito mais) o programa Steganos Internet Anonym(*) serve perfeitamente.
Bem entendido, no dia seguinte à “brilhante” determinação oficial, milhões de brasileiros não apenas já tinham visto a rapsódia, praticamente ao vivo e a cores, como choveram os achincalhos e as “gozações” em cima da cabeça dos quentes envolvidos e dos frios responsáveis. Se não fosse o engulho do tal precedente, até que se poderia agora dizer: bem feita!
Mas, à cautela, não é lá muito conveniente dizer tal coisa.
(*) O Steganos é um programa pago (cerca de 60 dólares) com uma versão shareware para download, ou seja, podendo ser utilizado - à experiência - gratuitamente durante alguns dias.
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11.01.07
Arquivado em diversos, sistemas, blogs às 18:08 por JPG
O blog Memória Virtual publicou um estudo intitulado “Da pré-História ao futuro” e sub-titulado “O pulsar dos diários virtuais em Portugal”, que merecerá talvez alguma análise e atenção. Naquilo que diz respeito à área particular dos “apontadores” de blogs, e se bem que não exista uma única referência ao Apdeites, há algumas correcções que não poderemos deixar de fazer, na presunção óbvia de que as mesmas não terão qualquer importância - no contexto do estudo referido, e muito menos para os respectivos autores.
[citação]
Ainda em Janeiro de 2003, Pedro Fonseca disponibilizara já uma lista de weblogs portugueses (Blogs em Pt) [33], ascendendo na sua primeira versão a 174. Surgiriam depois outros apontadores, entre os quais o Bloco-Notas [34] (que, em Novembro de 2003, referenciava já 2 724 blogues), o Blogues no Sapo [35], Blogo no Sapo [36], o Weblog.com.pt [37] (primeira plataforma portuguesa de blogues, criada em 10 de Junho de 2003) e, por fim (a 4 de Novembro de 2003), o Blogs.sapo.pt [38].
[fim de citação]
As incorrecções, nesta passagem, são as seguintes:
1. Não se pode dizer que “surgiram depois outros apontadores”, porque o Blogs em Pt não era propriamente um “apontador” - a não ser que consideremos que uma lista com 174 endereços constitui um “apontador”; nessa acepção, qualquer página de uma lista telefónica seria um “apontador”, o que não é bem o caso.
2. A expressão também está incorrecta pelo facto de não ter surgido posteriormente qualquer outro apontador, no sentido técnico do termo, senão o Bloco-notas; não surgiram “outros”, mas apenas esse, cujo autor também não foi referido no estudo e que se chama Carlos Antunes; o qual, de resto, tomou a iniciativa de legar, entregar, ceder todos os conteúdos técnicos do Bloco-notas ao Apdeites, em Fevereiro de 2004.
3. A página designada como “Blogues no Sapo” nunca foi um “apontador”, mas antes uma simples fraude, uma brincadeira com pouco de inocente, como o próprio autor reconheceu na altura e por via adequada (e-mail).
4. A página designada como “Blogo” não é e nunca foi um “apontador”, tendo-se limitado, a partir de certa altura (com a página “Frescos“), a copiar o processo utilizado pelo Bloco-notas para produzir listas de actualizações, via serviço Blo.gs.
5. A weblog.com.pt e a blogs.sapo.pt não são propriamente “apontadores” de blogs mas, como aparece misturado no texto citado, plataformas de blogs; claro que também “apontam”, sim, mas apenas para os blogs instalados em cada uma delas; aliás, outra coisa não seria de esperar de uma plataforma, ou seja, que ao menos soubesse e “apontasse” quais os blogs que aloja.
Pelo que nos diz respeito, e apesar de os seus autores não terem acertado uma, como se costuma dizer, quanto àquilo que nos concerne, saudamos o aparecimento de mais este estudo sobre blogs portugueses.
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26.12.06
Arquivado em ferramentas, sistemas às 17:37 por apdeites

Uma das formas mais comuns de saber se uma mensagem de e-mail foi recebida pelo destinatário, é assinalar a opção “Pedir um recibo de leitura para todas as mensagens enviadas”: no Outlook Express, seleccione Ferramentas-Opções-Recibos e active aquela opção. Mas isso apresenta diversos inconvenientes, a começar pelo facto de o tal destinatário poder recusar (ou apagar) o recibo e, portanto, pode na mesma ficar sem saber se a mensagem foi lida ou não.
Com a versão gratuita do MsgTag para ambientes Windows, pode saber se aquele e-mail importante foi ou não aberto… e quando; funciona como uma espécie de recibo automático, com bastante fiabilidade. Pode acrescentar esta funcionalidade a algumas ou a todas as contas (POP3/SMTP) configuradas em qualquer dos sistemas de correio electrónico mais utilizados.
Com qualquer das duas versões não gratuitas deste programa, é possível controlar e personalizar com mais rigor, e com algumas opções acessórias, a gestão dos seus recibos de e-mail.
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17.11.06
Arquivado em diversos, sistemas, blogs, dicas às 14:18 por JPG
PUBLICIDADE: Esta resenha foi sugerida e patrocinada pelo sistema REVIEW ME

Costuma escrever artigos sobre produtos, serviços ou sites? E alguém lhe paga por isso? Bem, agora (pode ser que) sim: com o sistema ReviewMe, pode receber entre 20 e 200 USD por cada post em que faça uma apreciação crítica (positiva ou negativa, fica ao seu critério) de qualquer dos anunciantes inscritos naquele serviço. Mesmo que não costume dedicar-se sistematicamente a este tipo de “revisão temática”, ou ainda que nunca o tenha feito, pode ser esta a oportunidade.
O sistema ReviewMe é muito simples: depois de criar a sua conta, e se esta for aprovada (o que depende de diversos factores de análise), pode escolher as matérias a rever (analisar, tecer apreciações mais positivas ou mais negativas); publicando-as no seu blog, receberá posteriormente uma compensação que dependerá tanto da cotação do anunciante visado como daquela que for atribuída ao seu blog. Pode também acumular diversos blogs na sua conta (até um máximo de 6), multiplicando assim os proventos.
A ideia-base deste sistema, um pouco ao invés de outros serviços similares, é a promoção personalizada de bens, produtos ou serviços, sem atender necessariamente ao carácter elogioso ou publicitário das resenhas que sobre eles são produzidas; ou seja, trata-se de uma estratégia de promoção baseada na conhecida máxima “falem bem ou mal de nós, tanto faz, o que interessa é que falem de nós”; além disso, pretende-se atingir um determinado público-alvo de forma personalizada, quase pessoal, com reminiscências do antigo sistema publicitário do “boca-a-boca”, já que começa a ser evidente o falhanço dos sistemas de publicidade automatizada nos blogs.
As resenhas propostas pelo serviço ao blogger aderente podem por este ser simplesmente recusadas, não existindo - pelo menos, aparentemente - quaisquer obrigações ocultas ou obscuras, de parte a parte. Não há nada a perder, apenas por experimentar; de mais a mais, sabendo que o primeiro post publicitário pode ser precisamente sobre a própria ReviewMe.
Nota: o sistema não está integralmente testado por nós. Esta resenha faz parte desse teste e, portanto, teremos de aguardar pelos resultados; dos quais, evidentemente, daremos conta a seu tempo. Neste caso específico, pressupõe-se que este pequeno texto (que teria sido escrito, de qualquer forma) possa “valer” US $30. Veremos.
Adenda, 06.12.06 - 12:00 h
O chequezinho de $30 dólares americanos foi recebido. Tudo nos conformes, portanto.
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11.11.06
Arquivado em diversos, sistemas, segurança às 15:46 por apdeites
O Apdeites tem a honra e o prazer de se associar à iniciativa do site irrepressible.info: publicar sistematicamente matérias que foram ou estão a ser censuradas, por esse mundo virtual fora.
A partir de agora, cada “post” terá a sua notícia - silenciada algures, por alguém, por algum motivo.
Se quiser colaborar, no seu site ou no seu blog, é muito simples: basta copiar e colar um pequeno “javascript”, no local do “template” onde pretende que as notícias apareçam; estas serão sempre diferentes, a cada “reload” da página ou em cada um dos quadros (no caso de colocar mais de um em simultâneo), e poderão surgir em qualquer Língua ou grafia, do Inglês ao Russo, passando pelo Árabe ou pelo Chinês.
Para escolher o modelo/tamanho do seu quadro de notícias, e para copiar o código(*), consulte a página respectiva do irrepressible.info.
O aspecto final poderá ser o daquele(s) que vê na coluna à esquerda.
O código é este:
(*) Para fins de compatibilidade, foi introduzida uma pequena alteração no código original; utilize aquela que preferir.
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10.10.06
Arquivado em ferramentas, sistemas, dicas às 18:20 por JPG

WAMP significa Windows + Apache + MySQL + PHP, e o acrónimo diz tudo:
1. Escrever e “correr” PHP no próprio computador, em ambiente Windows.
2. Visualizar e testar as páginas criadas num endereço virtual local (http://localhost/, ou seja, c:\wamp\www\).
3. Instalar e gerir localmente bases-de-dados (MySQL), através de phpMyAdmin.
4. Utilizar ferramentas de gestão de site como se estivesse instalado num verdadeiro servidor on-line (Apache).
Enfim, o WAMP facilita em muito a vida a quem necessita de modificar ou criar constantemente páginas web em PHP e de trabalhar remotamente e off-line sobre bases-de-dados; aquilo que até agora - embora existam outros programas de emulação - tinha de ser feito em ligação permanente e no “host”, pode perfeitamente passar a ser feito em sossego, sem quebras de ligação, sem falhas no servidor, sem consumo de tráfego. É produzir, testar, corrigir e só depois enviar e colocar on-line. Perfeito.
Para quem utiliza o Wordpress (basicamente, PHP e DB) para fazer o(s) seu(s) blog(s), mesmo que em “host” gratuito, esta é a ferramenta ideal; pode mexer e experimentar à vontade, sem correr o risco de “estragar” os originais.
Muito mais haveria a dizer sobre o WAMP, mas não compliquemos; isto é apenas uma apresentação sucinta.
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28.09.06
Arquivado em media, sistemas, dicas às 16:45 por JPG
Todos os jogos das competições europeias de futebol, como os da Taça dos Campeões Europeus e da Taça Uefa, podem ser vistos através da Internet; desde que disponha de ligação por banda larga(1) e um pacote de tráfego incluído suficiente(2), pode assistir aos jogos que entender(3), aqui mesmo, no Apdeites.
Na página de canais abertos encontra agora mais de oitenta estações de TV de todo o mundo, 8 das quais exclusivamente dedicadas a transmissão de competições; na página Sopcast, o número de canais é variável, mas muitos deles também transmitem jogos do futebol europeu, além de outros eventos desportivos internacionais.
Para encontrar a transmissão de um jogo através da Internet, se não souber qual o canal que o transmite, vá primeiro à página de canais abertos e seleccione, por ordem decrescente de probabilidades:
1º - ESPN, CCTV, Star Sports e restantes canais de desporto.
2º - Canais nacionais do país onde o jogo se realiza.
3º - Página de canais Sopcast (4).
Por exemplo, quanto aos jogos da Taça Uefa que envolvem equipas portuguesas, Nacional, Sporting de Braga e Vitória de Setúbal, é provável que algum dos canais nacionais - conforme o país do clube adversário - transmita aqueles que envolvem as suas equipas. ESPN, CCTV-5 e Star Sports, por exemplo, costumam transmitir os jogos mais importantes, como foi o caso do jogo Spartak Moscovo vs Sporting CP; também as partidas SL Benfica vs Manchester United e Arsenal vs FC Porto foram transmitidas por duas daquelas estações de Internet TV broadcasting, em simultâneo.
Para saber quais os canais que transmitem um determinado jogo, por cabo ou via satélite, existe um site com informação muito detalhada, incluindo calendarização por campeonatos nacionais: Satfootball.
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(1) Teste AQUI a velocidade da sua ligação.
(2) A visualização de conteúdos vídeo através da Internet implica grandes consumos de tráfego.
É conveniente que saiba qual é o seu volume contratado (”gigas” de tráfego internacional).
(3) Excepcionalmente, podem ocorrer falhas de transmissão ou determinado jogo pode não ser transmitido por canal algum.
(4) É necessário ter o programa Sopcast instalado, para ver aquelas emissões. Click AQUI para instalar.
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